quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Maria Emilia B. Teixeira

Sentei para escrever.
Coração ficou cheio e o papel vazio em minhas mãos.
O que hoje tem aqui dentro...
Saiu por onde entrou a cena da decepção.
Escorregou pela minha face em um piscar fundamental.
Achei melhor essa opção.
Amanhã é outro dia.
O mundo gira... E vai mostrando o bem em ação.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Maria Emilia B. Teixeira


Não só chutei o pau da barraca.
Eu fiz mais... Entreguei para quem montou.
São tantas coisinhas miúdas... Prefiro ficar com a estrela que cintila aqui dentro...
Guia do meu olhar diferente para a vida.


Maria Emilia B. Teixeira


Coração às vezes é terra.
Há sementes lançadas que não estão prontas para germinar, elas precisam se transformar...
Porque deixa duro o canteiro de quem deveria pelo menos tentar ver o belo da vida e amar.
Já outras nascem bonitas e sorridentes.
Debruçam-se na janela do olhar.
Ficam espiando a vida... O que transbordou... Era semente típica do lugar.
Quem olha de fora para dentro percebe que em meio a espinhos a rosa é forte.
A beleza vem da luta de quem não desiste de tentar.

Maria Emilia B. Teixeira


Na minha caminhada pela vida é tão bom quando encontro a flor do "Me Encontrar"
Acorda mulher!
É tempo de se olhar... De significar.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Maria Emilia B. Teixeira


De vez em quando eu me visito... Para tentar arrumar o meu ser.
Existem bagunças que ninguém precisa saber.
Coisas invertidas que precisam mudar.
Fotografia  da retina...Histórias para quem sabe um dia contar.

domingo, 5 de janeiro de 2014

Maria Emilia B. Teixeira


Nascemos só e estamos sempre em construção e reconstrução, o outro não me completa pois isso é um processo individual, o outro pode me enriquecer no sentido humano com sua bagagem de vida ou até me desmontar quando não existe o respeito a essa individualidade, e a invasão a isso acaba com qualquer relação passando do limite permitido por mim.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Maria Emilia B. Teixeira

Sorria
Lágrimas não curam dor.
Já um tal menino...
Ele estica a linha da tristeza fazendo uma curva de nome “sorriso”.
Decifrando com delicadeza a dor... Mas têm coisas que acontecem na vida... Nos mostram que mesmo um sorriso tímido e amarelo, já é um começo para confiar e acreditar na vida.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Maria Emilia B. Teixeira

Existe um ponto final entre nós.
Não me venha com vírgulas ameaçando a minha paz.
Vírgulas para que te quero?
Prefiro as reticências de uma vida cheia de possibilidades.
Felicidades... Pequenas, mas tão minhas.
Isso é o que me interessa.
É o meu único sinal vital na palma da minha mão.